Talvez hoje eu tenha acordado somente para fazer o de sempre, ou talvez não fazer nada. Ficar dormindo não seria nada mal.
Não consigo levantar, corpo que parece estar enferrujado é atraído por um ímã, denominado: Cama.
Mais um dia em que sei que irei me prender a memórias, por mais insignificantes que sejam. Ficar de costas para o relógio, observar o tempo passando que só me faz lembrar de que ainda não levei jeito na vida e que uma hora vou ter que levantar dessa cama.
A tarde é melancólica, faço café, bebo lendo alguma coisa que me faça rir no meio desse marasmo e "subitamente" pego no sono.
E quando vejo, o sol já se foi, com todos aqueles milhões de
oportunidades de coisas que poderia ter feito e não fiz. Deveria ter tornado esse "mais um dia", útil a mim. Poupado palavras, ou talvez não ter me sufocado dentre as quais nunca disse.
quinta-feira, 22 de maio de 2014
domingo, 11 de maio de 2014
Faz parte
Universo paralelo qual eu me encontro e não me identifico. Vida em jogo, cartas na mesa. Erros cometidos e não esquecidos. O tempo voa, a mente vagueia por aí. Situações de risco, tais como aquelas onde se sabe que não darão certo, mas o sexto sentido te faz tentar e tentar para depois virem a jogar tudo isso na sua cara.
Não sou a única que gosta de provar do que se é oferecido, de sempre ir até o final, de viver e reviver para ter certeza de que aproveitou. Eu erro por isso, não me arrependo, mas sei que logo em seguida esses erros irão refletir para mim. Talvez eu erre por não aceitar as coisas como são, ou como deveriam ser. Erre pela falta de confiança ou em certos casos pelo orgulho que surge de maneira inexplicável. Se pudesse, transformaria todos eles em acertos, quem sabe teria magoado menos pessoas ou até a mim mesma. Eu devo aceitá-los como eles são, como eles vieram a mim. E talvez eu erre por causa disso. Eu não os aceito, eu os julgo. "Errar faz parte", e aceitá-los também faz, mas não hoje.
sexta-feira, 9 de maio de 2014
Se conseguir, se adapte
Na maioria das vezes em que tento organizar meus pensamentos em palavras, eu simplesmente jogo tudo pro alto e assopro. O que eu escrevo nem sempre é o que eu estou sentindo, em grande parte do tempo, é o que eu já senti ou pressinto que sentirei. Já passei por coisas que até hoje não entendo, deveria as esquecer, deixar para trás e desapegar de lembranças que voltam a cada tarde monótona.
Costumo dizer que sou adepta a outro mundo, quem sabe com outras condições. Um lugar quieto, sem pessoas te dizendo o que fazer ou tentando tomar decisões por você. Onde somente o céu e a lua estarão contigo durante a noite, e não as memórias que causam a insônia.
Não morreria de ansiedade a cada impulso que causa uma possível resposta de quem não merecia outra chance.
Talvez eu goste de me sentir sozinha. De desperdiçar horas do meu dia ouvindo músicas que não me levam a nada, ou de ir até aquela cafeteria no meio da tarde, sentar na última mesa com café extra forte e deixar ele esfriar porque acabei me distraindo com pensamentos irrelevantes. Não há nada melhor do que a minha companhia.
A pele pálida que se transforma em vermelha e os olhos borrados em uma sexta-feira a noite já se tornaram parte da rotina, ouvir conselhos não tão familiares quanto deveriam ser e ter de aceitar para ser aceita.
Eu vivo conforme as emoções, considero decepções e os erros que constantemente se entregam como alheios. Não vou dizer que sou diferente, embora viva desse modo, não importa quanto tempo eu fique nessa situação, desde que isso me leve a algum lugar. Talvez você não goste de carregar bagagens, eu as acho pesadas também, mas estão cheias de lembranças as quais me adaptei, experiências sofridas e vividas (também as amorosas). Sinto um álibi dentro de mim, me adaptei a tudo, mas nas minhas condições.
Costumo dizer que sou adepta a outro mundo, quem sabe com outras condições. Um lugar quieto, sem pessoas te dizendo o que fazer ou tentando tomar decisões por você. Onde somente o céu e a lua estarão contigo durante a noite, e não as memórias que causam a insônia.
Não morreria de ansiedade a cada impulso que causa uma possível resposta de quem não merecia outra chance.
Talvez eu goste de me sentir sozinha. De desperdiçar horas do meu dia ouvindo músicas que não me levam a nada, ou de ir até aquela cafeteria no meio da tarde, sentar na última mesa com café extra forte e deixar ele esfriar porque acabei me distraindo com pensamentos irrelevantes. Não há nada melhor do que a minha companhia.
A pele pálida que se transforma em vermelha e os olhos borrados em uma sexta-feira a noite já se tornaram parte da rotina, ouvir conselhos não tão familiares quanto deveriam ser e ter de aceitar para ser aceita.
Eu vivo conforme as emoções, considero decepções e os erros que constantemente se entregam como alheios. Não vou dizer que sou diferente, embora viva desse modo, não importa quanto tempo eu fique nessa situação, desde que isso me leve a algum lugar. Talvez você não goste de carregar bagagens, eu as acho pesadas também, mas estão cheias de lembranças as quais me adaptei, experiências sofridas e vividas (
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